14/04/1932.
25/01/2022.
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Nascida em família tradicional na histórica e famosa cidade de Pirenópolis no estado de Goiás, Brasil.
Exemplo é a melhor palavra para definir “Dona Irene”, como apreciava ser chamada. Exemplo de: educação, diplomacia, retidão, amor, carinho, compreensão, dedicação, mulher, mãe e profissional.
Uma história que merece ser divulgada, pela beleza de sua vida e coragem frente aos desafios.

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Profissional
Irene se formou no magistério e iniciou sua carreira como professora em Pirenópolis. Depois diretora e coordenadora em Anápolis.
Inúmeras vezes abordada na rua por seus vários alunos era reconhecida como a melhor professora e muito elogiada, fato que presenciei centenas de vezes.
Ao se aposentar e veio morar na capital de Goiás, Goiânia.

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Mulher
Admirada, bonita e muito cobiçada, Irene sempre foi muito elegante e gostava dos clássicos bailes de gala realizados dos salões dos clubes sociais da época.
As moças iam acompanhadas de parentes e dançavam com os rapazes conhecidos e de boa família.
Nos bailes eram obrigatórios ternos para os homens e vestidos de noite para as mulheres.
Existia muita elegância e glamour! Detalhe para os cabelos femininos produzidos com muito laque.
E em um desses famosos bailes, meio a contragosto, Irene foi fazer companhia para uma prima. Na condição de se sentarem em uma mesa ao fundo e não dançar com ninguém.
Foi apresentada formalmente a um jovem Doutor recém chegado do Rio de janeiro, o qual ela não gostou e que a ficou importunando a noite inteira por uma dança.
Imagine o diálogo entre Irene e Leo no baile:
– Combinados então!
– Uma única dança para que não me incomode nunca mais.
E olha a surpresa: o “Doutor” dançava muito bem, era bastante educado e tinha um sorriso encantador!
Pronto, o cupido fez seu trabalho!

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Irmã
No seu primeiro lar, a casa de Pirenópolis, Irene cresceu e ajudou seus pais Maria Lobo e Virgílio na criação dos irmãos mais novos: José, Edson, Jurene, Marlene, Mirim e Suelene.
Já casada com o Dr. Leo, a nossa casa de Anápolis era o ponto de encontro da família. A maioria das festas e eventos, como Natal e Ano Novo eram realizados ali. Irene organizava, fazia os quitutes, almoços e jantares.
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Mãe
Sou muito grato pela forma que mamãe me criou e educou.
O gosto pelos estudos começou quando mamãe perguntava se eu queria saber o que seria ensinado pela professora no dia seguinte. Claro que sim!!! Informação que me incentivava e me fazia o melhor aluno da turma.
Os castigos também eram bem elaborados e eficazes no estilo, Super Nany, por exemplo, ficar uma hora sentado, imóvel, refletindo sobre o que fiz errado.

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Viagens
Bons momentos para serem lembrados. O gosto pelas viagens começou com papai que viajava com sua família no mínimo duas vezes por ano e continuou…





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Branquinho e Irene
Uma mordida dessa criaturinha meiga e dócil era marca garantida de convivência familiar, para qualquer pessoa que fosse se despedir da mamãe.
Branquinho sempre foi seu protetor inseparável.

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Irene 80 anos

Na foto: da esquerda para direita e de cima para baixo.
Patrícia , Ivo, Cátia, Ivan, Rodrigo, Cristina, Ana Lina, Nadir Azevedo, Sandra, Loi Leobas, Maria Estela, Fabiana, Carla Adriana, Arnaldo, Geovana e Benedito.
Angélica, Suelene, Irene, Jurene, Marlene, José
e Edson
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Marcelo, Luiz Augusto, Mauro, Gustavo e Pepê.
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Homenagem
Sua dedicação, amor e equilíbrio são referências para minha vida.
Me orgulho de ser seu filho.
Obrigado por tudo!!!
Te amo!
Marcelo Godinho
Filho
Música Preferida
Mãos que Oferecem Rosas